O Pagador de Promessas, filme de Anselmo Duarte, de 1962.
Para Zé do Burro (Leonardo Villar), trabalhador humilde e homem de valor, promessas eram compromissos em nome dos quais valia arriscar até a vida, e as palavras tinham o peso de uma cruz. É que ele se levava a sério…
Vejam o post abaixo. Trata de incompetência e de falta de rumos no caso Petrobras-Ceará. Mas o assunto não termina na inépcia operacional do governo. Vai muito além disso. A siderúrgica constava na relação de obras que o presidente “amigo dos nordestinos” ofereceu aos eleitores. Não foi uma promessa generalista, que poderia depois ser explicada como meta orientadora, feito os 10 milhões de empregos da outra eleição. Nada disso. Foi uma garantia concreta de investimento, objetiva, com lugar, parceiros e contratos definidos. A maioria acreditou no discurso.
A pendência, portanto, possui mais de uma dimensão, avançando para o terreno da postura, da decência, do caráter, do dever, da honra, da ética e da moral. Vale para o Zé do Burro assim como vale para o presidente da República. Ainda que recue, o governo já demonstrou até onde é capaz de ir. Perdido, falta com a palavra; acuado, mente e culpa terceiros. Sem o cumprimento da promessa feita, ou seja, sem a siderúrgica no Ceará, o episódio será a consumação de uma fraude monumental, com amplo material comprovatório. Será mais um estelionato eleitoral. Será o apogeu do cinismo e da mentira. Depois reclamam da imprensa. Que respeitabilidade pode aspirar quem explora a boa-fé do público?
Nesse episódio do rompimento de contrato da Petrobras com o Ceará, fica claro que o governo Lula apenas age ao sabor dos fatos do dia. É improvisação por cima de improvisação. Do ponto de vista administrativo, é óbvio que o governo não possui metas, nem planejamento estratégico. Em vez de induzir, o Planalto se esmera em reagir aos acontecimentos externos. Chega ao ponto de não poder manter uma promessa de campanha por dois meses sequer, para depois ter a palavra empenhada cobrada publicamente. Um vexame, para quem tem vergonha.
O negócio é o seguinte: o governo brasileiro levou uma rasteira da frágil Bolívia, que além de roubar ativos da Petrobras, ocupando as refinarias da estatal com o exército, ainda IMPÔS ao Brasil uma revisão contratual para aumentar o preço do gás obtido em seu território, sob pena de cancelar o fornecimento desse combustível, importante principalmente para o setor industrial brasileiro. Lula respondeu dizendo que os bolivianos tinham o direito de quebrar os contratos, e que o nosso problema mesmo era a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). O presidente da Bolívia Evo Morales agiu instruído pelo presidente da Venezuela Hugo Chaves, ambos parceiros de Lula no ideário torto da esquerda populista. Para preservar a unidade ideológica da patota, o presidente do Brasil submete o país aos caprichos de governos estrangeiros, e depois cobra a fatura aos contribuintes do seu próprio país. O governo não sabe para onde vai, está perdido, não tem planos para trabalhar a matriz energética, é refém de vizinhos, faz e depois desfaz, diz e depois desmente, e termina por prejudicar um Estado gratuitamente. Vamos ver o que os nossos representantes vão fazer. Até agora, somente o senador Tasso Jereissati e a senadora Patrícia Sabóia assumiram a posição a defesa do Ceará.
***
O Ceará deu uma das maiores votações proporcionais a Lula, mesmo depois de ter ficado quatro anos sem obras federais importantes. Nem a Sudene, nem o metrô, nem a transposição do Rio São Francisco, nem a refinaria (foi para Pernambuco), nada. Talvez isso tenha encorajado o governo a dispensar esse tratamento aos cearenses. Igual mulher de bêbado. Ela apanha sem motivos mas não tem coragem de ir embora. E por isso mesmo ele abusa.
O Pagador de Promessas, filme de Anselmo Duarte, de 1962.
Para Zé do Burro (Leonardo Villar), trabalhador humilde e homem de valor, promessas eram compromissos em nome dos quais valia arriscar até a vida, e as palavras tinham o peso de uma cruz. É que ele se levava a sério…
Vejam o post abaixo. Trata de incompetência e de falta de rumos no caso Petrobras-Ceará. Mas o assunto não termina na inépcia operacional do governo. Vai muito além disso. A siderúrgica constava na relação de obras que o presidente “amigo dos nordestinos” ofereceu aos eleitores. Não foi uma promessa generalista, que poderia depois ser explicada como meta orientadora, feito os 10 milhões de empregos da outra eleição. Nada disso. Foi uma garantia concreta de investimento, objetiva, com lugar, parceiros e contratos definidos. A maioria acreditou no discurso.
A pendência, portanto, possui mais de uma dimensão, avançando para o terreno da postura, da decência, do caráter, do dever, da honra, da ética e da moral. Vale para o Zé do Burro assim como vale para o presidente da República. Ainda que recue, o governo já demonstrou até onde é capaz de ir. Perdido, falta com a palavra; acuado, mente e culpa terceiros. Sem o cumprimento da promessa feita, ou seja, sem a siderúrgica no Ceará, o episódio será a consumação de uma fraude monumental, com amplo material comprovatório. Será mais um estelionato eleitoral. Será o apogeu do cinismo e da mentira. Depois reclamam da imprensa. Que respeitabilidade pode aspirar quem explora a boa-fé do público?
O rompimento do contrato que previa o fornecimento de gás para o Ceará pela Petrobras foi a principal notícia na impresa cearense. A seguir, alguns trechos de matérias veiculadas nesta quinta-feira. O tom é de revolta e indignação.
Jornal O Povo
- O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), protestou contra o gesto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de endossar a decisão do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, de cancelar unilateralmente o consórcio italiano e coreano encarregado da conclusão das obras de uma siderúrgica do Ceará.
- Tasso protesta contra endosso de Lula à decisão da Petrobras. O senador disse que, na campanha de reeleição, a obra foi “anunciada e cantada” por Lula como obra fundamental de seu governo. Para Tasso, a atitude “é uma das maiores farsas que este País já teve”.
- “Essa posição da Petrobras é arrogante e prepotente. Não é porque ela está tendo contratos descumpridos em países vizinhos que terá que descumprir os seus contratos internos”, diz Maia (Maia Júnior, vice-governador).
Blog do O Povo
-
Patrícia Saboya (PSB): “Estou aqui completamente chocada, abismada, com a atitude do senhor Gabrielli. O desrespeito com o povo do Ceará, o desrespeito com o nosso Estado, o desrespeito com o nosso governante, o desrespeito com a nossa bancada do Senado e da Câmara dos Deputados. (…) O presidente Lula fez da siderúrgica do Ceará uma de suas bandeiras mais importantes. Foi divulgada em verso e prosa por todo o Brasil. E eu sei que o presidente Lula tinha intenção e tem intenção de que essa siderúrgica saia”.
-
Assembléia cria comissão para acompanhar caso Petrobrás. O presidente da Assembléia, deputado Marcos Cals (PSDB) deverá anunciar, amanhã, uma comissão para acompanhar os desdobramentos em torno da crise que se instalou entre a Petrobras e o governo do Estado. Formada por nove parlamentares, a comissão, suprapartidária, vai se juntar a outros segmentos políticos e empresariais do Estado, para tentar mostrar força junto ao governo federal.
Diário do Nordeste
- Apesar de o governo estadual estimar que a Petrobras já teria recebido, desde 1994, pelo menos R$ 263,97 milhões (valores não atualizados) em contrapartidas do Ceará, a empresa confirmou ontem que não vai mais fornecer gás natural ao preço que estava previsto no contrato assinado para abastecimento da Ceará Steel.
Site Ceará Agora
- A decisão da Diretoria da Petrobrás de suspender o contrato de fornecimento de gás natural para a Siderurgia Ceará Steel causa indignação no Governo e na sociedade Cearense. (…) O secretário de Desenvolvimento Econômico, Régis Dias, em entrevista ao Transnotícias da Rede Transamérica Hits Ceará, rebateu argumentos que ele considera falaciosos de que o Estado teria descumprido cláusulas contratuais. (…) Segundo o secretário, nenhum representante do Governo do Ceará foi convidado para participar da reunião marcada para esta quinta-feira entre a diretoria da Petrobrás e empresas parceiras da refinaria.
TV Jangadeiro
- Está aí a primeira crise do governo Lula pós-reeleição com políticos e empresários cearenses. É que a Petrobrás, que tomou a refinaria do Ceará para Pernambuco, rompeu também o contrato formal assinado com o Governo do Estado para fornecimento do gás à siderúrgica no Porto do Pecém. A Petrobrás quer um novo contrato com preços mais altos. Alarmados com a decisão da Petrobrás, os representantes dos grupos que assumiram a instalação da siderúrgica procuraram ontem o senador Tasso Jereissati, no senado, a quem exibiram os documentos assinados pela Petrobrás e pelo governo do Ceará para fornecimento do gás. E disseram ao senador que se a Petrobrás não rever a decisão, eles saem do projeto e voltam aos seus países. A siderúrgica no Pecém constou da campanha de reeleição do presidente lula entre as obras que seu governo já teria definido para o Ceará. É bom que se diga que no Ceará o presidente Lula obteve a terceira maior votação para sua reeleição, apesar do seu governo não ter construído nenhuma obra no estado.
A siderúrgica é um investimento de 800 milhões de dólares, que os investidores só farão com a segurança de que terão o gás da Petrobrás como insumo para o funcionamento da usina. Como a Petrobrás rompeu o contrato do gás, fazendo com o Ceará o mesmo que a Bolívia faz com ela e com o governo brasileiro, não vamos ter a siderúrgica. Os governistas terão de vir a público para dar as devidas explicações, se é que as têm, sobre essa falta de respeito da Petrobrás e seu governo para com o Ceará e os cearenses.
Blog do Eliomar de Lima
- Cid deve aproveitar almoço com Lula para cobrar acordo Petrobras-siderúrgica. O governador eleito Cid Gomes (…) participará do almoço dos governadores aliados com o presidente Lula (…). Cid Gomes não vai perder a chance de cobrar de Lula o contrato do gás natural que a Petrobras firmou com governo estadual e o consórcio responsável pelo empreendimento. O caso gerou, nas últimas horas, duras críticas dos senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Patrícia Saboya (PSB).
Nesse episódio do rompimento de contrato da Petrobras com o Ceará, fica claro que o governo Lula apenas age ao sabor dos fatos do dia. É improvisação por cima de improvisação. Do ponto de vista administrativo, é óbvio que o governo não possui metas, nem planejamento estratégico. Em vez de induzir, o Planalto se esmera em reagir aos acontecimentos externos. Chega ao ponto de não poder manter uma promessa de campanha por dois meses sequer, para depois ter a palavra empenhada cobrada publicamente. Um vexame, para quem tem vergonha.
O negócio é o seguinte: o governo brasileiro levou uma rasteira da frágil Bolívia, que além de roubar ativos da Petrobras, ocupando as refinarias da estatal com o exército, ainda IMPÔS ao Brasil uma revisão contratual para aumentar o preço do gás obtido em seu território, sob pena de cancelar o fornecimento desse combustível, importante principalmente para o setor industrial brasileiro. Lula respondeu dizendo que os bolivianos tinham o direito de quebrar os contratos, e que o nosso problema mesmo era a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). O presidente da Bolívia Evo Morales agiu instruído pelo presidente da Venezuela Hugo Chaves, ambos parceiros de Lula no ideário torto da esquerda populista. Para preservar a unidade ideológica da patota, o presidente do Brasil submete o país aos caprichos de governos estrangeiros, e depois cobra a fatura aos contribuintes do seu próprio país. O governo não sabe para onde vai, está perdido, não tem planos para trabalhar a matriz energética, é refém de vizinhos, faz e depois desfaz, diz e depois desmente, e termina por prejudicar um Estado gratuitamente. Vamos ver o que os nossos representantes vão fazer. Até agora, somente o senador Tasso Jereissati e a senadora Patrícia Sabóia assumiram a posição a defesa do Ceará.
***
O Ceará deu uma das maiores votações proporcionais a Lula, mesmo depois de ter ficado quatro anos sem obras federais importantes. Nem a Sudene, nem o metrô, nem a transposição do Rio São Francisco, nem a refinaria (foi para Pernambuco), nada. Talvez isso tenha encorajado o governo a dispensar esse tratamento aos cearenses. Igual mulher de bêbado. Ela apanha sem motivos mas não tem coragem de ir embora. E por isso mesmo ele abusa.

Ceará
Diário do Nordeste: Petrobras rompre contrato; siderúrgica fica mais distante
O Estado: Acordo é selado entre Lula e PMDB
O Povo: Todos contra a petrobras
Brasil:
Folha: PMDB fecha apoio ao governo Lula
Estadão: Lula faz acordo para ter PMDB no governo
Globo: Dossiê: há 70 dias, petistas omitem origem de dinheiro
Correio: Plano do governo para crescer é gastar mais
Valor: Fusão de Americanas com Submarino cria supersite
O rompimento do contrato que previa o fornecimento de gás para o Ceará pela Petrobras foi a principal notícia na impresa cearense. A seguir, alguns trechos de matérias veiculadas nesta quinta-feira. O tom é de revolta e indignação.
Jornal O Povo
- O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), protestou contra o gesto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de endossar a decisão do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, de cancelar unilateralmente o consórcio italiano e coreano encarregado da conclusão das obras de uma siderúrgica do Ceará.
- Tasso protesta contra endosso de Lula à decisão da Petrobras. O senador disse que, na campanha de reeleição, a obra foi “anunciada e cantada” por Lula como obra fundamental de seu governo. Para Tasso, a atitude “é uma das maiores farsas que este País já teve”.
- “Essa posição da Petrobras é arrogante e prepotente. Não é porque ela está tendo contratos descumpridos em países vizinhos que terá que descumprir os seus contratos internos”, diz Maia (Maia Júnior, vice-governador).
Blog do O Povo
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Patrícia Saboya (PSB): “Estou aqui completamente chocada, abismada, com a atitude do senhor Gabrielli. O desrespeito com o povo do Ceará, o desrespeito com o nosso Estado, o desrespeito com o nosso governante, o desrespeito com a nossa bancada do Senado e da Câmara dos Deputados. (…) O presidente Lula fez da siderúrgica do Ceará uma de suas bandeiras mais importantes. Foi divulgada em verso e prosa por todo o Brasil. E eu sei que o presidente Lula tinha intenção e tem intenção de que essa siderúrgica saia”.
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Assembléia cria comissão para acompanhar caso Petrobrás. O presidente da Assembléia, deputado Marcos Cals (PSDB) deverá anunciar, amanhã, uma comissão para acompanhar os desdobramentos em torno da crise que se instalou entre a Petrobras e o governo do Estado. Formada por nove parlamentares, a comissão, suprapartidária, vai se juntar a outros segmentos políticos e empresariais do Estado, para tentar mostrar força junto ao governo federal.
Diário do Nordeste
- Apesar de o governo estadual estimar que a Petrobras já teria recebido, desde 1994, pelo menos R$ 263,97 milhões (valores não atualizados) em contrapartidas do Ceará, a empresa confirmou ontem que não vai mais fornecer gás natural ao preço que estava previsto no contrato assinado para abastecimento da Ceará Steel.
Site Ceará Agora
- A decisão da Diretoria da Petrobrás de suspender o contrato de fornecimento de gás natural para a Siderurgia Ceará Steel causa indignação no Governo e na sociedade Cearense. (…) O secretário de Desenvolvimento Econômico, Régis Dias, em entrevista ao Transnotícias da Rede Transamérica Hits Ceará, rebateu argumentos que ele considera falaciosos de que o Estado teria descumprido cláusulas contratuais. (…) Segundo o secretário, nenhum representante do Governo do Ceará foi convidado para participar da reunião marcada para esta quinta-feira entre a diretoria da Petrobrás e empresas parceiras da refinaria.
TV Jangadeiro
- Está aí a primeira crise do governo Lula pós-reeleição com políticos e empresários cearenses. É que a Petrobrás, que tomou a refinaria do Ceará para Pernambuco, rompeu também o contrato formal assinado com o Governo do Estado para fornecimento do gás à siderúrgica no Porto do Pecém. A Petrobrás quer um novo contrato com preços mais altos. Alarmados com a decisão da Petrobrás, os representantes dos grupos que assumiram a instalação da siderúrgica procuraram ontem o senador Tasso Jereissati, no senado, a quem exibiram os documentos assinados pela Petrobrás e pelo governo do Ceará para fornecimento do gás. E disseram ao senador que se a Petrobrás não rever a decisão, eles saem do projeto e voltam aos seus países. A siderúrgica no Pecém constou da campanha de reeleição do presidente lula entre as obras que seu governo já teria definido para o Ceará. É bom que se diga que no Ceará o presidente Lula obteve a terceira maior votação para sua reeleição, apesar do seu governo não ter construído nenhuma obra no estado.
A siderúrgica é um investimento de 800 milhões de dólares, que os investidores só farão com a segurança de que terão o gás da Petrobrás como insumo para o funcionamento da usina. Como a Petrobrás rompeu o contrato do gás, fazendo com o Ceará o mesmo que a Bolívia faz com ela e com o governo brasileiro, não vamos ter a siderúrgica. Os governistas terão de vir a público para dar as devidas explicações, se é que as têm, sobre essa falta de respeito da Petrobrás e seu governo para com o Ceará e os cearenses.
Blog do Eliomar de Lima
- Cid deve aproveitar almoço com Lula para cobrar acordo Petrobras-siderúrgica. O governador eleito Cid Gomes (…) participará do almoço dos governadores aliados com o presidente Lula (…). Cid Gomes não vai perder a chance de cobrar de Lula o contrato do gás natural que a Petrobras firmou com governo estadual e o consórcio responsável pelo empreendimento. O caso gerou, nas últimas horas, duras críticas dos senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Patrícia Saboya (PSB).

Ceará
Diário do Nordeste: Petrobras rompre contrato; siderúrgica fica mais distante
O Estado: Acordo é selado entre Lula e PMDB
O Povo: Todos contra a petrobras
Brasil:
Folha: PMDB fecha apoio ao governo Lula
Estadão: Lula faz acordo para ter PMDB no governo
Globo: Dossiê: há 70 dias, petistas omitem origem de dinheiro
Correio: Plano do governo para crescer é gastar mais
Valor: Fusão de Americanas com Submarino cria supersite