A impunidade é a mãe do caixa 2

Do Diário do Nordeste deste sábado
Suspeita de caixa 2. Investigação nas contas da campanha de deputados.
O Procurador Regional Eleitoral Oscar Costa Filho representou contra o deputado federal Vicente Arruda (PSDB) e os deputados estaduais eleitos Adahil Barreto (PSDB), José Ilo Alves Dantas (PSDB), Francisco Leite Guimarães Nunes (Neto Nunes – PMDB), Lucilvio Girão Sales (PMDB) e Perboyre Silva Diógenes (PSL), questionando as prestações de contas que eles apresentaram à Justiça Eleitoral. (…) Ele quer saber sobre os gastos que foram especificados nas respectivas prestações de contas. “Vou perquirir o que é não declarado”. E acrescenta, a “prestação de contas em si é uma brincadeira”.

Não vou nem entrar no mérito da questão. É bom que a Justiça seja vigilante, e responsável também. Naturalmente, os deputados citados vão se defender. Costa Filho disse o que todos já sabemos: as contas de campanha apresentadas por muitos políticos são “uma brincadeira”. Mas o que é sério nessa história é a impunidade. O deputado José Nobre Guimarães (PT), com o nome constando da lista de sacadores do valerioduto, confessou, em discurso no plenário da Assembléia Legislativa, que usou recursos “não contabilizados” na sua campanha. Caixa dois. E o que aconteceu com ele? Nada. Foi perdoado pelos colegas, pelos eleitores e pelas autoridades judiciais. Se quem confessa um crime publicamente, com direito a registro oficial, não é punido, por que os outros deveriam se preocupar? A lei não pode valer mais para uns do que para outros.

Não existe mágica

Do site da Radiobrás
De acordo com à rádio CBN, o Brasil precisará aprofundar o ajuste fiscal pela contenção de despesas, impulsionar a inovação nas empresas privadas e aumentar o emprego formal. A avaliação é de um relatório sobre o Brasil, divulgado hoje pela Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE).

Tradução:
Não existe mágica que faça surgir dinheiro do nada. Para o Brasil crescer no ritmo necessário, será preciso que o governo gaste menos, para assim poder reduzir impostos do setor produtivo, e baratear o custo de contratação de mão-de-obra para as empresas – ou seja, precisa fazer uma reforma tributária e nas leis trabalhistas. Hoje, um dos entraves para a geração de empregos é o custo da demissão. Onde cortar gastos? Na previdência e nas políticas assistencialistas. Nenhuma dessas tarefas é popular. É o que a esquerda brasileira convencionou chamar de neoliberalismo. Quem fez, como a Irlanda, a Turquia e o México, cresce 3 vezes mais do que o Brasil.

A impunidade é a mãe do caixa 2

Do Diário do Nordeste deste sábado
Suspeita de caixa 2. Investigação nas contas da campanha de deputados.
O Procurador Regional Eleitoral Oscar Costa Filho representou contra o deputado federal Vicente Arruda (PSDB) e os deputados estaduais eleitos Adahil Barreto (PSDB), José Ilo Alves Dantas (PSDB), Francisco Leite Guimarães Nunes (Neto Nunes – PMDB), Lucilvio Girão Sales (PMDB) e Perboyre Silva Diógenes (PSL), questionando as prestações de contas que eles apresentaram à Justiça Eleitoral. (…) Ele quer saber sobre os gastos que foram especificados nas respectivas prestações de contas. “Vou perquirir o que é não declarado”. E acrescenta, a “prestação de contas em si é uma brincadeira”.

Não vou nem entrar no mérito da questão. É bom que a Justiça seja vigilante, e responsável também. Naturalmente, os deputados citados vão se defender. Costa Filho disse o que todos já sabemos: as contas de campanha apresentadas por muitos políticos são “uma brincadeira”. Mas o que é sério nessa história é a impunidade. O deputado José Nobre Guimarães (PT), com o nome constando da lista de sacadores do valerioduto, confessou, em discurso no plenário da Assembléia Legislativa, que usou recursos “não contabilizados” na sua campanha. Caixa dois. E o que aconteceu com ele? Nada. Foi perdoado pelos colegas, pelos eleitores e pelas autoridades judiciais. Se quem confessa um crime publicamente, com direito a registro oficial, não é punido, por que os outros deveriam se preocupar? A lei não pode valer mais para uns do que para outros.

Não existe mágica

Do site da Radiobrás
De acordo com à rádio CBN, o Brasil precisará aprofundar o ajuste fiscal pela contenção de despesas, impulsionar a inovação nas empresas privadas e aumentar o emprego formal. A avaliação é de um relatório sobre o Brasil, divulgado hoje pela Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE).

Tradução:
Não existe mágica que faça surgir dinheiro do nada. Para o Brasil crescer no ritmo necessário, será preciso que o governo gaste menos, para assim poder reduzir impostos do setor produtivo, e baratear o custo de contratação de mão-de-obra para as empresas – ou seja, precisa fazer uma reforma tributária e nas leis trabalhistas. Hoje, um dos entraves para a geração de empregos é o custo da demissão. Onde cortar gastos? Na previdência e nas políticas assistencialistas. Nenhuma dessas tarefas é popular. É o que a esquerda brasileira convencionou chamar de neoliberalismo. Quem fez, como a Irlanda, a Turquia e o México, cresce 3 vezes mais do que o Brasil.

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