É pura ficção
A semana está corrida, os fatos se acumulam, mas alguns merecem destaque. No âmbito local, o principal assunto é o imbróglio jurídico e político sobre a indefinição do candidato a vice de Luizianne Lins. O tema gera muita controvérsia e atiça os ânimos. Por isso, e para evitar problemas de ordem legal, resolvi não falar sobre o caso. Prefiro criar um conto fictício, com personagens também fictícios, cuja qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Segue em azul a ficção.
Introdução
Era uma vez uma grande cidade, que chamaremos simplesmente de F. O povo de F era governado pela prefeita L, que desejava se reeleger nas eleições que se aproximavam. L contava com o apoio de muitos partidos, inclusive o do governador C. No dia da convenção partidária que homologaria a candidatura de L, algo inusitado aconteceu e a chapa não divulgou o nome do vice que completaria sua chapa. Intrigas? Disputas? Traições? O certo é que para a decpeção dos eleitores de L, faltou articulação para efetivar uma indicação. O problema é que o prazo para que a escolha fosse registrada terminaria no dia seguinte e a legislação do país B, onde fica a cidade F, obriga que os nomes dos candidatos registrados constem nas atas das convenções.
Dias depois, o presidente da Câmara Municipal de F, o vereador T, explica o que aconteceu. Na verdade, ele havia sugerido a um assessor da prefeita L colocar um nome qualquer na ata, para depois substituí-lo. Acontece que, segundo o procurador regional eleitoral, o Dr. A, tal expediente configuraria uma fraude.
Cena
- Psiu! E agora? Você não disse que era só colocar outro nome retroativamente na ata da convenção?
- Eu? Foi o T. Mas o problema mesmo é a imprensa, companheira.
- Vocês assessores não servem de nada! - desabafou L.
- Calma, calma que tudo se resolve. Estamos no país B, onde tudo termina em piada de salão…
- O problema não é a Justiça, rapaz. Vão pensar que sou incompetente.
- Quanto a isso, basta mostrar as obras realizadas em F na sua gestão e isso provará sua capacidade administrativa.
- Que obras?
- Humm, hã… Não sei. Vamos criar maquetes com computação gráfica e jogar na propaganda eleitoral.
- Boa! Mas e o vice?
- Deixa o nome que improvisamos mesmo. Vice não serve de nada mesmo, não é?
Continua…





Publicado
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Quinta-feira, 3 Julho, 2008 às 6:50 pm em


vi sua materia no O ESTADO sobre o MST e tenho a acrecentar. se vc verificar em um assentamento desses em Itacima distrito de Guaiuba mais precisamente no assentamento boa vista, de todos os ascentados que lá se encontram a maioria adquiriu a terra pq comprou dos posseiros.
24 Julho, 2008 às 1:22 pmQuer dizer: eles se apossam e vendem pra micro-empresários, pra comerciantes… nao sabem aproveitar os beneficios q o governo lhes proporciona, como é o caso do pronaf e outros projetos. Axo isso um descaso com o nosso dinheiro tanto quanto um deputado que desvia nosso dinheiro.