Álvaro Uribe é o verdadeiro líder da América Latina
O resgate de 25 civis feitos prisioneiros pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), na Colômbia, foi mais um duro golpe militar e político para os narcoguerrilheiros. Principalmente após as declarações da ex-senadora Ingrid Betancourt.
Com lucidez, a mulher que passou seis anos presa por bandidos revolucionários fez questão de agradecer ao presidente colombiano Álvaro Uribe pela determinação em enfrentar - quando todos cobravam “negociação - os criminosos. Indagada sobre os riscos inerentes a uma operação de resgate, Betancourt disse que preferia morrer com uma mão na liberdade do que viver presa naquela situação. E lembrou, para o constrangimento de alguns fanáticos, que não se pode colocar em pé de igualdade uma força paramilitar com um governo democraticamente eleito. Para quem não sabe, é isso o que tem feito o governo brasileiro, que evita emitir opinião por entender que narcotraficantes e representantes do Estado são forças igualmente respeitáveis. Já demonstrei em vários posts, com documentação até, que essa postura resulta de uma afinidade ideológica entre a esquerda brasileira e as Farc. É só procurar no campo de pesquisa.
Luta solitária
Não faz muito tempo o presidente Uribe foi pressionado pelos líderes da América Latina e pela França para ceder às chantagens dos bandoleiros marxistas. A verdade é que o colombiano tem que lidar com três outros presidentes que lhes são hostis e dois que disfarçam a preferência pelas Farc. Chávez, Rafael Correa e Morales chegam a ajudar diretamente as Farc. Lula e Cristina Kirschner posam de isentos, mas a própria resistência em reconhecer o óbvio - que grupos armados que seqüestram civis são terroristas - já é por si mesma reveladora.
Vez por outra analistas debatem para saber quem é o líder da América Latina. Lula, presidente da maior economia da região, ou Chávez, o mais barulhento. Reunidos, os presidentes parceiros de ideologia, irmanados no discurso do antiamericanismo barato e liderados pela figura mítica e atrasada de Fidel Castros, essa turma cobrou de Uribe a libertação de criminosos em troca de reféns. Não vacilaram em transferir para o colombiano os ônus dos crimes cometidos pelas Farc. NENHUM condenou, até agora, os narcoguerrilheiros. Álvaro Uribe não faz discursos inflamados nem populismo. Devagar e sem medo, contando apenas com o apoio dos EUA (esse império que não aceita que terroristas tomem o poder na Colômbia), luta sozinho para manter a democracia, a legalidade e o estado de direito contra os sonhos e os interesses de certas ideologias.





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Domingo, 6 Julho, 2008 às 11:52 pm em


Very nice!!
2 Agosto, 2008 às 7:48 pm